Sou um cego sem uma bengala
Não quero enxergar nada, escolhi isso para mim
Me sinto melhor que muitas pessoas
Um mal necessário, ahh, como eu queria te ver uma ultima vez
Para refrescar a memoria
Sinto um cheiro familiar
Você fica andando em círculos, distante
Eu sei disso porque já andei da mesma forma que você
Me acompanhe, em passos curtos vamos longe
A neblina não nos deixa enxergar, mas não temos nenhum rumo mesmo...
Por que esse sofrimento sobre o futuro
Se você nem para pra viver o presente
Enquanto o passado já se foi
Nenhum comentário:
Postar um comentário